Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos



Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 Vanessa
 Caros Amigos


 
Vidas ao vento...


Asa ferida

Queria voar, precisava sentir outra vez o vento bater no rosto e bagunçar os cabelos

Mas estava muito ferida, a asa quebrada não cicatrizou e ainda sentia dor

Cada vez que se levantava e buscava a direção do vento para um salto

Uma dor fulminante percorria seu corpo e sua alma, e ela caía novamente



Escrito por Nani às 15h30
[] [envie esta mensagem] []



Não sabia para onde ir

Eram tantos caminhos se cruzando

Tantas opções

Mas ao mesmo tempo não havia opção

Não tinha forças para escolher e decidir

Decidir pra quê?

Não dava pra deixar levar?

Como as águas de um rio seguindo seu leito?

Não, tinha que escolher

Precisava seguir apenas um caminho

E não havia nenhum livre

Não sabia para onde ir



Escrito por Nani às 15h29
[] [envie esta mensagem] []



FRASE DO DIA

Por que o vento sopra sempre na direção contrário da qual eu arrumei meu cabelo?



Escrito por Nani às 22h23
[] [envie esta mensagem] []



Rotina

Cinco horas da tarde. Começa a hora do rush. Olho pela janela e vejo um engarrafamento começando a ganhar forma na avenida em frente à minha casa. Todos preocupados com a chuva que vai cair. “Será que vou chegar em casa antes do temporal?”, “A cidade vai alagar e vou ficar preso no transito.”, “Tomara que a enxurrada não leve meu carro.”

Mais um dia na megalópole paulista.

Enquanto isso, eu, presa em meu mundo de 37 m², só observo pela janela. Não tenho nenhuma preocupação desse tipo, afinal, já estou em casa. Pra mim tanto faz se chover. Tanto faz se milhares ficarem presos no congestionamento, porque eu não tenho nada para resolver.

Hum, quase nada.

Cinco horas da tarde. Começa o fim do dia. Melhor lavar a salada para o jantar.  



Escrito por Nani às 17h06
[] [envie esta mensagem] []



Como nascem os textos

Pouco tempo depois de brigar com o Word, um post apareceu.

Escrevi e guardei pra outro dia, pra deixar o blog com mais atividade, morô?!

É esse aqui, sobre o nascimento de posts criativos.

Eles surgem na minha cabeça assim, na rua... do nada...

Eles chegam inteirinhos na minha mente, como se existisse uma máquina de escrever lá dentro. Aí eu fico sorrindo e as pessoas na rua ou no ônibus me olham com cara de eu-hein-que-guria-louca!

Talvez eu precise de um palm pra escrever as danadas das crônicas na mesma hora, sem deixar escapar nada! Como isso demanda algo que eu ainda não tenho – dinheiro – melhor confiar na memória.

Esse mesmo que você está lendo nasceu, na verdade, junto com aquele sobre o filme de Channel. Tava guardando em algum arquivo cerebral até agora.

É que o post de Channel nasceu assim: na rua. Quando aconteceu aquele lance da chuva e tudo mais, eu escrevi ele todinho na minha cabeça.
E fiquei muito feliz porque era exatamente assim que acontecia antes. Eu via alguma coisa e pensava: vou escrever isso no blog. Ai o texto surgia como com um “plim” como um pão quentinho numa torradeira.

Aquele das bicicletas d’água que eu adoro é um exemplo.

Acho que eles estão voltando.

Será que os blogueiros de hoje ainda chamam o que escrevem de post? É que parece tão retrô essa coisa de postar. Hoje as pessoas twitam, ou tuitam, ou twittam, sei lá. Até o Bonner twita.

Tá, isso é um blog, você deve estar falando, as pessoas não twitam em blogs, claro.

É que não quero parecer uma blogueira meio vovó, ainda mais agora que estou entrando no meu inferno astral.



Escrito por Nani às 11h30
[] [envie esta mensagem] []



Word

Engraçado como eu tenho dificuldade para encarar o Word. Agora ele parece um monstro pra mim. Mas isso só acontece quando quero escrever um post pro blog que eu pretendia atualizar sempre.
Bom, também não está tãããão desatualizado assim...

É, agora você deve estar percebendo como o Word parece um monstro pra mim pelo fato de eu estar na sexta linha dessa crônica e ainda não ter definido o tema dela.

É que eu fico lendo blogs de jornalista de revista feminina da Abril, de roteirista de programa de humor (tava lendo o de um roteirista do CQC), de redatora famosa da Globo... Aí quando começo a escrever achando que tenho uma idéia tão legal quanto falar das coisas tão legais que eles falam, me perco!

Mas tudo bem, o importante é treino e prática não é mesmo?!

Já que não apareceu nada legal por aqui, sugiro um link de um blog famoso, que já foi desativado, mas tem todos os 2500 posts arquivados: www.garotasquedizemni.com

São três jornalistas paulistas que fizeram o maior sucesso com o blog meio sem querer.

Entre no arquivo e leia tudo o que puder... tem uns posts maravilhosos!



Escrito por Nani às 15h35
[] [envie esta mensagem] []



Choveu demais

Incrível. Tóquio pára por causa de terremotos. Nova Iorque só pára quando a neve é muito forte e as ruas chegam a acumular quase trinta centímetros de gelo. Mas para parar São Paulo basta uma madrugada de chuva. Ah, muitos vão dizer: “foi muita chuva, você não pode culpar ninguém, choveu em um dia quase metade da média histórica do mês.” Tudo bem, concordo que foi muita chuva. Mas uma cidade desse tamanho não deveria estar preparada para tais “eventos acima da média”? A secretária de Saneamento e Energia em São Paulo, segundo o G1, usou a expressão entre aspas para justificar que não houve deficiência na infra-estrutura da cidade. Parece piada.

Durante toda a manhã os congestionamentos foram de 100 km em média nas marginais. Quem precisava atravessar a cidade, ou usar a Tietê e a Pinheiros para trabalhar, simplesmente ficou ilhado. Ou fez como a faxineira da minha empresa: desceu do ônibus parado e enfrentou mais de 6 km com água suja até o quadril. É que se seguisse o conselho das TV’s e autoridades: “evite sair de casa”, ela perderia o emprego assim como milhões de trabalhadores paulistanos.

Pergunto por que a própria imprensa não cobra uma resposta das autoridades em vez de pedir aos cidadãos que fiquem confortavelmente sentados em seus sofás, quando alguns precisam levantar o sofá para fugir da água.

Será o aquecimento global? Talvez seja. E isso também é nossa culpa. Porém mais importante do que encontrar culpados é encontrar uma solução, ainda que paliativa para os problemas. É preciso cobrar das autoridades uma forma de escoamento da água excessiva, de esgoto tratado para todos, de multas a quem desrespeita as regras mínimas de convivência. Sim, o problema também é da população que joga lixo nos rios. Mas é o poder público quem precisa levar a água embora, e não jogar mais concreto em São Paulo.

Não consegui levantar o número exato de alagamentos e caos no trânsito que pararam a cidade esse ano, mas vi que pelo menos três vezes alguma autoridade lançou a declaração: “a chuva foi muito intensa, inesperada”. Inesperada? Ora, então aprendam a esperar por ela. Façam alguma coisa. Mas não deixem mais que os onze milhões de moradores da cidade mais rica da América do Sul sejam impedidos de ir e vir por causa de uma chuva.



Escrito por Nani às 13h03
[] [envie esta mensagem] []



Ah, foi sem querer que mudei o layout do blog. Estava só brincando e não consegui voltar para as cerejas!!



Escrito por Nani às 15h10
[] [envie esta mensagem] []



Tem sido difícil atualizar o blog com a freqüência que eu gostaria. E não é que falte prestar atenção às coisas cotidianas que podem virar posts interessantes. O problema é que não têm acontecido muitas coisas interessantes que podem virar posts.

Digamos que a tal loucura de fim de ano, Natal chegando, preocupações com os presentes, a festa de confraternização, a roupa para usar no Reveillon, não me atingiram como nos anos anteriores.

A loucura de fim de ano deu lugar a um marasmo sem fim! A um desejo de que dezembro passe mais rápido e venha 2010.

Não que 2009 tenha sido ruim, pelo contrário, foi um ano com tantas mudanças e realizações que nem cabem nos dedos das minhas mãos.

É só que há muitos anos eu não tinha um ligth end assim. Deveria estar gostando não é mesmo? Já que costumava odiar fim de ano... Mas acho que prefiro ir ao shopping lotado comprar os presentes para a família, a roupa para o Reveillon, pensar em uma receita para a ceia, gastar o 13° (que esse ano eu nem tive!).

Contraditório? Meio metamorfose ambulante eu diria... (aliás, maravilho o especial do Raul ontem na Globo... me fez lembrar de um primo querido que foi embora desse plano e adorava o Seixas)

Mais uma mudança na minha forma de ser, pensar e gostar: quero a loucura do fim de ano outra vez! Devolvam para mim!



Escrito por Nani às 15h08
[] [envie esta mensagem] []



Chanel n° 5

Ontem fui assistir “Coco antes de Chanel” no cinema. Ganhei um par de convites em uma promoção na internet e fui. Curioso, porque não seria exatamente o filme que eu pagaria para ver na telona, mesmo tendo lido boas críticas. Provavelmente eu ia preferir um outro blockbuster qualquer, mais divertido. Mas como era de graça eu fui.

Minha amiga (e chefe) que foi comigo e eu concordamos que era um filme para mulheres. Até porque nenhum homem é capaz de entender a importância de uma invenção como o pretinho básico.

Mas não era um filme sobre moda. Era um filme sobre independência, liberdade, revolução. Um filme maravilhoso! Se Gabrille Chanel era uma mulher capaz de ser elegante mesmo despenteada e vestida em um pijama velho, Audrey Tautou a interpretou de forma brilhante.

Pode ser apenas uma forma de fortalecer a marca, uma grande peça publicitária de 1 hora e 45 minutos. Mesmo assim, vale se aproximar da essência de uma mulher que estava anos-luz à frente de sua época.

Por que diabos ela tinha que se casar? Por que diabos as mulheres precisavam usar aqueles enormes chapéus cheios de plumas, penas e pedras? Para que aquele cabelo enorme que atrapalhava? E os espartilhos apertadíssimos que não deixavam ninguém respirar? Se ela não tivesse empregado a simplicidade ao estilo feminino dando um passo rumo à liberdade das mulheres, com certeza outras o fariam, mas não do jeito que ela fez. Com uma personalidade e uma firmeza fantásticas.

Um take exemplifica isso: a cena do baile, quando as mulheres dançam com seus cavalheiros parecendo merengues em uma confeitaria, como ela mesma diz. Enquanto madmoiselles rodopiam prendendo a respiração, Coco dança livremente em um vestido preto, liso, com um decote nas costas e uma renda discreta na frete. Sem espartilho... Nascia o pretinho básico.

O filme já saiu de cartaz nos grandes cinemas e logo deve se lançado em DVD. Se tiver a oportunidade, assista.

É inexplicável, mas eu saí do cinema me sentindo a própria Chanel. É verdade! Senti uma vontade louca de usar um pretinho básico (aí está o efeito da publicidade). Mesmo sem um desses, levantei a cabeça imitando a postura elegante, feminina e nada frágil de Coco e saí andando pela rua em direção ao ponto de ônibus. Incrível, mas passando em frente a uma loja de pianos (ali em Pinheiros tem vários antiquários e lojas afins) tinha um homem tocando um piano. Oh, até aí nada de anormal, mas é que ele estava de terno preto com um cigarro na boca, tocando e olhando para o alto. No filme tinha uma cena idêntica, quando Coco conhecia seu grande amor (filme sem romance não dá né?). Claro, o cara que eu vi era gordo e feio, bem diferente do ator do filme, mas foi engraçado. Na verdade, o cigarro na boca era Coco quem usava, mas nem tudo pode ser perfeito! Ri e continuei caminhando e aplicando todo o meu escasso conhecimento francês na postura. Até que de repente começaram a cair alguns pingos de chuva. Continuei de cabeça erguida. Até que descambou água e eu tive que sair correndo, deixando a elegância Chanel para trás. Afinal, nem Coco resistiria a uma chuva daquelas e uma calça creme toda molhada!



Escrito por Nani às 10h46
[] [envie esta mensagem] []



Sabe o que eu queria ser?

Uma crítica gastronômica. Uma crítica paulistana talvez. Não estou falando de uma crítica gastronômica que nasceu em São Paulo , estou usando paulistana com o mesmo sentido de gastronômica. Uma crítica que critica São Paulo (isso foi péssimo).

Porque São Paulo é dessas cidades que só se conhece se for por profissão. É impossível conhecer a cidade nos fins de semana e horas vagas afins.

São tantos lugares, tantas ruas pitorescas, tantas coisas legais no centro (e pixadas e cheias de nóias), tantos bares, tantos restaurantes, tantos ambulantes que vendem milho verde em pratinhos no ponto de ônibus. È verdade! Aqui eles vendem milho verde cozido em pratinhos de plástico tipo de aniversário, só que fundos. Eles cozinham a espiga e cortam os grãos com uma faca dentro do pratinho. Aí você come com colherinhas de plástico. Ótima idéia para evitar aquela cena de roer o sabugo (reservada à intimidade do seu lar). Quando eu vou pegar o ônibus lotado às seis horas da tarde, cheio de operários suados de regata e gordinhas com os pneus de fora igualmente suadas, eu sinto aquele cheirinho de milho verde que me leva direto à casa da minha mãe. Não, eu nunca comi o milho verde da rua, mas quando for oportuno vou experimentar sim.

Ok, já divaguei e fugi do assunto. Voltando: é impossível conhecer São Paulo, a não ser que isso seja sua profissão. Ir a lugares, visitar exposições, assistir a peças de teatro. E escrever depois sobre o que você achou de tudo isso. Todos os detalhes e a opinião do seu lazer, quer dizer, do seu trabalho. Tem gente que vive disso. É um trabalho como qualquer outro, eles devem achar. Tem que ralar muito para experimentar o chopp gelado daquele boteco novo, os bolinhos de mandioca com carne seca da petiscaria e o prato principal do último bistrô, que não me arrisco a dizer o nome, nem do prato e nem do bistrô.

E ainda não pagar por isso, mas receber! Bom, na verdade alguns devem pagar pelo que consomem, mas são reembolsados pelo veículo depois.

Porque além de tempo também é preciso dinheiro para conhecer São Paulo. Uma hora num estacionamento pode custar 15 reais! Não é para qualquer operário suado não...

E na balada uma lata de cerveja Itaipava custa sete reais, pelo menos. Uma balada de inferninho, imagina os clubes onde as hostess tem a função de expulsar que não chegou de Porsche?!

É verdade que eu estava há dois anos em uma cidade de 160 mil habitantes e em 2006 em outra de 70 mil. Mas não estou impressionada com a cidade grande. É que São Paulo é foda mesmo! Aliás, acho que estou me apaixonando pela cidade, mesmo não sendo crítica gastronômica, nem crítica paulistana, nem ao menos paulistana! Mesmo não tendo dinheiro (ainda) para aproveitar tudo o que a megalópole oferece estou apaixonada pela capital paulista!



Escrito por Nani às 10h53
[] [envie esta mensagem] []



É engraçado sentir falta do que a gente costumava odiar.

É estranho perceber como a ausência perturba, sendo que antes era a presença que incomodava.



Escrito por Nani às 16h01
[] [envie esta mensagem] []



Quando escrevia no blog há cinco anos eu falava sobre coisas habituais. Assuntos que me chamavam atenção durante o dia, como uma conversa no ônibus, algo que vi na rua, um comportamento não convencional, essas coisas...

A Karina (uma grande amiga) disse em um comentário no primeiro post de 2009 que eu não estou escrevendo mal, apenas estou mais exigente.

Ok, talvez ela esteja certa. Mas será que com o passar do tempo também ficamos menos observadores? Ou menos impressionados?

Talvez quando eu era mais jovem e estava de certa forma descobrindo o mundo, muitos eventos que hoje passam despercebidos me chamavam atenção. Será que ouvir uma conversa sobre alguém que encontrou dificuldade ao precisar da saúde pública não me choca mais (e olha que recentemente isso aconteceu comigo em São Paulo)? Será que ignoro a necessidade de fazer alguma coisa pela tolerância no trânsito, mesmo que seja escrever um post?

Por isso dizem que a juventude sim é capaz de mudar o mundo. Não que eu me considere velha, mas é que a experiência muitas vezes traz uma sensação de inutilidade. Parece que vem um sentimento de “não há nada a fazer”, certo conformismo.

Quando me tornei jornalista e me deparei com alguns obstáculos ao objetivo da profissão – que é buscar uma transformação social através da informação – enxerguei isso como um novo desafio. Resolvi aceitar os entraves do interesse da mídia como uma provocação e tentar mesmo assim transmitir a informação à sociedade sem ruídos. Sempre busquei alcançar, de uma forma ou de outra, um resultado real como meu trabalho.

Há um tempo fora do hard news, percebo que não basta trabalhar por isso como jornalista. É preciso pensar em transformação enquanto cidadã. Resgatar os olhos impressionados e observadores que eu tinha aos 20 anos e não deixar que o conformismo deteriore a revolta.

Ações simples podem melhorar situações com as quais nos revoltamos, reclamamos, ou até ignoramos por acreditar em nossa incapacidade. A rebeldia é necessária em todos os momentos da vida, não só na juventude. Basta refletir um pouco e pensar no que podemos fazer no presente para mudar o futuro. Talvez não possamos evitar os apagões de energia no país (olha aí... eu podia ter escrito um post sobre o apagão no meu apartamento, mas seria muito óbvio, esse ficou melhor!), mas podemos melhorar o relacionamento com nossos vizinhos de condomínio, diminuir a falta de educação no trânsito, ser mais gentis. Coisas simples, que podem tornar a vida mais fácil e permitir mais disposição para se rebelar contra problemas maiores.



Escrito por Nani às 10h14
[] [envie esta mensagem] []



A cereja do bolo

Tentei escrever um post para explicar o motivo do layout do blog. Comecei falando da cor vermelha e sexy da cereja, mas ficou tão brega que não tive coragem de terminar.

Então serei mais simples: adoro cerejas e quero buscar sempre em tudo o que eu faço ser “a cereja do bolo”.

Fazer a diferença, se destacar no comum, trazer o original. Quando somos criativos e buscamos fazer mais do que o esperado damos um toque pessoal em tudo o que fazemos. Seja sempre a cereja do bolo!

 

Ah, só uma pessoa vai entender isso: a cereja também é um elo de amizade!



Escrito por Nani às 15h09
[] [envie esta mensagem] []



Tá, eu sei que o visual tá horrível. Mas primeiro eu quero escrever, depois dou uma cara melhorzinha pra ele...

Já não basta que tive que mudar a faixa etária do perfil de 20 a 25 anos para 26 a 35. Podia ser de 26 a 27 ou 28... Bom, isso só com códiog HTML, que eu não sei fazer!!

Também tive que mudar o lugar: de Curitiba para Rio Verde, ops, para São Paulo.

Quanta mudança né? Ai que frio na barriga!



Escrito por Nani às 16h34
[] [envie esta mensagem] []




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]