Vidas ao vento...
 

Tá, eu sei que o visual tá horrível. Mas primeiro eu quero escrever, depois dou uma cara melhorzinha pra ele...

Já não basta que tive que mudar a faixa etária do perfil de 20 a 25 anos para 26 a 35. Podia ser de 26 a 27 ou 28... Bom, isso só com códiog HTML, que eu não sei fazer!!

Também tive que mudar o lugar: de Curitiba para Rio Verde, ops, para São Paulo.

Quanta mudança né? Ai que frio na barriga!



Escrito por Nani às 16h34
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  Segundo tempo

Será que uma habilidade natural pode regridir nas pessoas? Foi minha pergunta ao ler alguns dos textos mais antigos desse blog. Há tempos penso em retomar minhas crônicas, mas nunca tenho tempo. Na verdade, relendo quase todo o blog, começo a acreditar que minha falta de tempo era uma desculpa para o medo. O medo de não saber mais escrever assim. É sério. E deveria ser justamente o contrário. Agora, a maturidade de uma mulher prestes a entrar nos 30 e a experiência de cinco anos de jornalismo deveriam deixar meus textos surpreendentemente melhores. Mas tenho a sensação de que eles podem ficar surpreendentemente piores do que antes. Será que foi a televisão? Será que foi uma vingança por causa de um post antigo no qual eu criticava a telinha, usando a música dos titãs? ... “a televisão me deixou burro, muito burro demais...” Pode ser isso. Acho que eu não deveria ter criticado tanto o que no futuro seria meu ganha pão! Quanta ironia! Na verdade isso faz sentido. Porque escrever para televisão é ser simples, objetivo e até repetitivo às vezes. Acho que esses anos de OFF-SONORA-PASSAGEM me deixaram meio “padronizada”.

Para descobrir quão surpreendentemente ruim meus novos textos podem ficar, só experimentando não é mesmo? Então vamos ao segundo tempo!

 

Em tempo:

OFF é o texto que escrevemos para uma matéria de televisão e que depois é gravado com a locução do repórter.

SONORA é uma entrevista inserida na reportagem.

PASSAGEM é a parte que o repórter aparece no vídeo dando alguma informação dentro da reportagem.



Escrito por Nani às 16h13
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  VOU MERGULHAR

Em tempos de crise "pré-natal-fim-de-ano", fica difícil pensar em algo estimulante, então resolvi coloca a letra dessa música antiiiiga que eu adoro - de Paula Toller e George Israel.

VOU MERGULHAR

Vou mergulhar no mar
Mesmo com a água impura
E vou beber o vinho
Acima da temperatura

Prá que eu me divirta
Às vezes basta um sorriso
Às vezes uma palavra
É tudo o que eu preciso

Vou correr atrás da bola
Até o juiz apitar
Trabalhar por prazer
Até o dia clarear

O dia tá bonito
Mesmo com temporal
E o Rio de Janeiro
Continua lindo

Vou mergulhar no mar
Mesmo com a praia escura
Vou gozar a liberdade
De uma vida sem frescura

Pra que eu me divirta
Basta um dia bonito
Usar a cor azul do céu
No meu vestido

Posso enxergar ao longe
No meio da cerração
Posso ancorar no espaço
A minha ingratidão
A noite vai reluzir
Mesmo sem lua cheia
A vida será perfeita
Mesmo sem perfeição

Escrito por Nani às 15h50
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  O GRINCH

Juro que eu não queria falar desse assunto...juro mesmo! Mas não suportei a pressão. É simplesmente impossível ficar imune a todas essas luzes que piscam sem parar nas casas, nos shoppings, nos supermercados, nas ruas, enfim, em todos os espaços da cidade. Luzes que me irritam e destroem gradativamente o meu humor (que ultimamente já não tem sido dos melhores).

Pelo menos os Papais Noéis são mais felizes em Curitiba, pois podem intercalar dias mais frios, como hoje, em meio àquela parafernália vermelha e cheia de algodão que deve esquentar pra caramba!

Neste ano, além dos meus olhos terem tocado na palavra Natal nos jornais em agosto (pasmem, em agosto!), mais uma novidade curitiboca vai literalmente tirar o sono das pessoas: shoppings centers abertos madrugada adentro nas vésperas da linda data.

Depois disso, me desculpem aqueles que já foram tomados pelo espírito natalino e já liquidaram seus décimos terceiros, mas não dá né!

Sem desmerecer as ações sociais que fazem muitos pobres felizes por alguns dias (e ao mesmo tempo em que adoro ganhar presentes), continuo odiando o nosso Natal...

Odeio esse consumismo exacerbado e vou continuar sendo chata, carrancuda e depressiva enquanto todos colocam seus sapatinhos nas janelas e distribuem sorrisos amarelos.

Um dia desses vou comprar muita pipoca e passar o mês de dezembro inteirinho trancada em casa assistindo O Grinch!!!



Escrito por Nani às 13h13
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  NA SOMBRA

Ali, naquela rua deserta,
sente a dor consumindo todo o seu corpo aos poucos.
Uma dor covarde, porque vai se espalhando lenta e sutilmente e vai devorando tudo.
Tão forte que ela grita e ouvem-se ao longe seus gemidos de desespero e desamparo.

Seus cabelos embaraçados, molhados pela chuva que caiu... Mas não importa...
Queria apenas sentar naquela rua vazia
e sentir seu coração ser retalhado pela sombra.

Sol, já não vê mais.
Luz, não quer.
Pra quê? Pra quê luz, sol e calor se tudo o que lhe resta está ali, escorrendo pelos bueiros sujos?
Junto com o sangue que jorra da sua alma...

Chora lágrimas vermelhas,
lágrimas com um gosto amargo, gosto de derrota...
Mas não quer levantar...não, já não quer mais levantar e encarar a vida...outra vez.
Só quer ficar ali, sentada naquela rua deserta, sentindo sua própria vida escorrer pelos dedos vermelhos de sangue...



Escrito por Nani às 13h40
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  SUCESSO?!?

Quem leu sabe, quem não leu leia. A entrevista com o psiquiatra e psicoterapeuta Roberto Shinyashiki, publicada na Isto É do dia 19/10 é simplesmente fantástica. Ele acaba de lançar o livro Heróis de Verdade e se ele escreve tão bem quanto fala, o livro deve ser ótimo.

O assunto é algo de que todos estamos fartos: “o parecer”. Ele fala também sobre felicidade, angústia, “sucesso” e muitos valores impostos por esta louca sociedade em que vivemos.

Uma sociedade que ensina que para ter sucesso você precisa ganhar muito bem, viajar muito e ser diretor de uma multinacional. Os “meros” funcionários da tal multinacional são apenas “fracassados”. Cobramos de nós mesmos um perfeccionismo sobre-humano, esquecendo de valorizar as coisas mais simples, de sermos felizes nos momentos, de termos o direito de errar.

Numa entrevista de emprego, por exemplo, quem ganha não é o cara mais competente ou aquele que tem três MBA’s fora do país, mas é o que tem as respostas que o entrevistador quer ouvir. Segundo Shinyashiki, quem tem bom marketing pessoal, sabe fingir e fazer o jogo do poder é quem fica, independentemente da competência. Ele diz que essas pessoas se tornam burros motivadores. Sabem parecer, mas não sabem ser.

O psiquiatra afirma que o Brasil não precisa desta motivação, mas de competência, de pessoas que pelo menos consigam ler um livro até o final.

Para que tentarmos construir heróis com conceitos errados? Herói é o cara que luta pelo SEU projeto de vida, não pelo que esperam dele. È quem é transparente e humilde, quem sabe admitir que errou, quem sabe pedir desculpas. É a pessoa capaz de despertar orgulho em seus filhos.

Cada um deve descobrir dentro de si mesmo o que lhe faz um herói. Não devemos parecer perfeitos para o mundo, mas ser perfeitos para nós mesmos.



Escrito por Nani às 08h45
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  SENSÍVEIS

Podem pedir igualdade entre os sexos, podem colocar homens na cozinha e mulheres na construção, podem igualar salários, direitos e deveres, leis e prazos. Sempre haverá uma diferença essencial entre homem e mulher: a sensibilidade.

As mulheres são muito mais sensíveis que os homens. Não sensíveis no sentido de frágeis, mas no sentido de percepção. Elas não têm apenas sexto sentido, mas têm os outros cinco muito mais aguçados. Nós mulheres, somos capazes de captar e entender as entrelinhas de um gesto, de perceber a dor e a tristeza, de sacar a felicidade no olhar de alguém sem que qualquer palavra seja dita.

Nós sentimos as coisas com mais força, mais intensidade. Para a mulher tudo é mais importante, valorizamos cada detalhe da vida, cada pedacinho do tempo presente, cada palavra, cada elogio, cada crítica.

Acho que por isso somos assim, tão maravilhosas! Os homens sabem, que por mais que tentem jamais serão capazes de viver e sentir tudo com tanta grandeza. Nunca vão se emocionar da forma como nós o fazemos.

Nunca vão sentir as coisas tão fortes e puras... Dessa forma que nem nós mesmas sabemos explicar por que acontece...



Escrito por Nani às 17h15
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Estou farta de cinismo
Farta dessa melancolia barata que se vende por aí
Cansei das falsas ideologias
Dos discursos frouxos e sem consistência

Estou farta de pessoas mesquinhas e suas futilidades
De adjetivos fracos e insossos
Estou cansada do igual, do sempre, do comum

Estou farta dos sorrisos podres
Dos personagens que se quebram com o vento
Estou farta de saber dessa miséira negra e cor-de-rosa que paira no ar
Como se não existisse, mas motrando que é real.



Escrito por Nani às 16h33
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  VIU

Estava lá
Viu
Queria correr
Mas não podia
Queria gritar
Mas sua voz já não era ouvida

Sabia que era errado
Não podia ficar ali, parado
Mas também
Ia fazer o quê?
Sem voz
Sem pernas

Então resolveu relaxar
Se nada podia fazer
De que adiantava
Sofrer calado
Emudecido frente àquilo
Que lhe açoitava a dignidade?

Acendeu um cigarro
Sentou novamente
Esticou os pés sobre uma cadeira
E assistiu quietinho
Certo de que nada podia ser feito
Era mais um...
Conformado com o absurdo.



Escrito por Nani às 14h02
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  EU CRIANÇA

Alguma vez você já pensou no que diria a você mesmo, se encontrasse o seu "eu criança"? Com nove ou dez anos de idade, ele encontra com você e está cheio de perguntas sem resposta, cheio de medos, de inseguranças, anseios, muitos dos quais você não lembra nem sequer que já os teve...

Ele quer saber o que vai aprender, como fazer as escolhas certas, enfim...ele quer um manual de como viver...pelo menos até chegar à sua idade.

Isso não foi idéia minha, foi idéia do Richard Bach, que escreveu um livro contando as suas longas conversas com o...digamos, com o "Bachzinho".

Aí eu fiquei pensando: o que eu ensinaria para o meu "eu criança"? Já pensou nisso? O que você diria para o seu? Algo como "use filtro solar"?

Como ensinaríamos alguém a viver? Do nosso jeito, sem regras, convenções ou valores inúteis, apenas como nós desejamos que nós mesmos tivéssemos vivido até agora...

Muita primeira pessoa nesse texto, muito pessoal, um pouco egoísta talvez, mas bacana pensar nisso...

Foi só por isso que escrevi, para pensar sobre o assunto. Imagine-se frente a frente com você e dê os conselhos mais íntimos, que jamais daria a ninguém...aqueles guardados não a sete, mas a dez chaves!

Quem sabe um dia não temos a sorte (ou o azar) de encontrar com o "eu velho" e perguntar aquilo que não soubemos responder ao "eu criança"?



Escrito por Nani às 17h15
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  FRASE DO DIA

Você sempre acha que sabe a resposta...até se deparar com a pergunta.



Escrito por Nani às 09h40
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  Ser diferente é a resposta a um mundo cada vez mais igual. É não seguir moda, mas lançar tendência. Ter estilo, ao invés de repetir padrões. Ser original enquanto tudo parece sempre o mesmo. Você não é igual a ninguém.

De um catálogo de jóias.

Escrito por Nani às 13h30
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  ROTINA

Sabe quando você cansa de levantar todos os dias no mesmo horário, vestir sempre a mesma roupa qualquer, pegar o mesmo ônibus, com os mesmos rostos desconhecidos e desembarcar na mesma estação? Atravessar aquela rua e correr para atravessar a próxima porque você sabe exatamente quantos segundos dura o sinal aberto? Entrar no mesmo elevador, pedir sempre o mesmo andar, para o mesmo ascensorista? E fazer tudo igual, do jeito que você faz todo os dias, para depois esperar às 18h e percorrer aquele mesmo trajeto, no sentido inverso? E aí você chega em casa, no mesmo horário, e não tem nada novo para contar, a não ser aquela rotina de sempre. Sempre o mesmo. O mesmo sempre.
Isso tem acontecido comigo. Estou sendo acometida pela temida crise de rotina. Tenho lutado contra a minha essência, de metamorfose ambulante, temendo que a luta seja em vão.
Mas é bom quando a gente pára pra pensar nisso. É sinal de que, finalmente, notamos que algo precisa mudar. Talvez não seja necessariamente a rotina, mas algo dentro de nós, talvez a forma com que encaramos aquilo que chamamos “cotidiano” (como na música de Chico Buarque). Talvez tomando pequenas atitudes, mexendo num detalhe aqui, outro ali, dê pra escapar do mesmo.
Ou talvez a mudança tenha que ser radical. A minha conclusão está tendendo para o lado da mudança radical. Acho que vou mudar o guarda-roupa de lugar e esperar um pouco pra ver o que acontece!

Escrito por Nani às 17h38
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  "CRISE DE GOVERNABILIDADE"

Nunca foi minha intenção escrever sobre política, muito menos aqui. Mas nesse momento em que se diz que a política brasileira está atravessando uma “crise”, não posso e não consigo ficar calada.
Provavelmente serei “ferozmente atacada” pelos meus poucos, mas fiéis leitores, porém estou preparada para as críticas, até porque, quando defendemos uma opinião que difere da maioria, devemos estar preparados para as conseqüências...
Li uma manchete no portal Comunique-se que tomo como exemplo do que está acontecendo: “A bosta está respingando na imprensa” (perdão pela palavra, mas estou transcrevendo). Foi isso que aconteceu, alguém foi lá, acertou a pichorra, e agora respinga sujeira para todos os lados, todos os partidos.
O mais Atingido, sem dúvida nenhuma, é aquele que está no poder. Culpar o governo atual por todos os problemas do país e associar ao presidente uma imagem de incapacidade e Incompetência faz parte da estratégia para derrubá-lo, desde o início. Então, denúncias e mais denúncias estouram no Fantástico, no Jornal Nacional e pipocam rapidamente para outros grandes veículos da imprensa, que não podem deixar de seguir a organização toda poderosa. A mídia declara a chamada “crise de governabilidade”, a corrupção aflorando pelos corredores do planalto. E o alarde está feito.
Claro que também estou indignada com os escândalos narrados todas as noites em nossas TVs e com os problemas do governo, que são muitos. Mas será que nos governos anteriores não existia tanta corrupção? Não existia aumento da tarifa tributária (aliás, os impostos não chegaram a 40% do valor de alguns produtos apenas em três anos). Com certeza o Brasil já teve muitos e muitos Jeffersons, a única diferença era que os anteriores tinham a apoio da imprensa, da elite, e não eram divulgados. Agora uma equipe que sempre esteve por baixo está no poder, e é claro que aqueles que pintaram o sete na nossa pátria durante décadas não iriam entregar o ouro assim tão fácil.
Manipular informações é a forma mais prática de se aplicar um golpe (assim foi eleito Collor). E não é nada difícil guiar a opinião pública, principalmente quando se tem uma rede que monopoliza os meios de comunicação no Brasil todo. Basta lembrar de como o povo brasileiro encarou uma das fases da ditadura militar: como a imprensa era censurada e manipulada pelos militares, todos pensavam que viviam num paraíso, o que se chamou de “o milagre brasileiro”.
Enfim, a batata assou. E nada seria mais conveniente para a oposição do que deixar a batata estourar nas mãos do “metalúrgico” (vale lembrar que essa oposição sempre contou com o apoio da “grande mídia”, mesmo que disfarçado).
O que nos resta então? Rezar? Chorar? Votar outra vez em alguém que receba nossas esperanças para vê-lo ser derrubado depois? Sinceramente, fica cada vez mais difícil acreditar que um dia essa situação mude.  Para acabar com a festa da corrupção, das fraudes e das chantagens não basta eleger um presidente. É preciso muito mais. É preciso passar por cima de barreiras que nem imaginamos, e que talvez, sejam intransponíveis.
Quem sabe um dia, Deus se apiede de nós brasileiros, e coloque no país um líder político capaz de adquirir uma base estável e lutar contra esse poder. Quem sabe ele não consiga ficar o tempo suficiente, quem sabe ele continue lá.
Enquanto as suposições continuam sendo apenas suposições, continuemos sonhando. Nós e milhões de brasileiros que amam seu país e alimentam a fome com o desejo de construir suas vidas com dignidade sobre a mãe gentil, a pátria amada Brasil.



Escrito por Nani às 15h49
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  UM POUCO DE MARKETING PESSOAL!!

10º Prêmio Sangue Novo no Jornalismo Paranaense

Relação de Finalistas

 

Categoria especial - Prêmio Sangue Novo de Relevância Social

 

Título do trabalho: “Apuração na informação jornalística”

UTP

Alunos: Elaine Nunes Wzorek, Priscila Gois Duarte, Elisangela Borile do 4º ano

Professora: Alessandra Assad

 

Título do trabalho: “Documentário: Grupo Fauna por uma causa animal”

UEPG

 

Título do trabalho: “Jornalismo e responsabilidade social com ênfase em deficientes visuais”

PUC-PR

 

Título do trabalho: “Programa Carteira Assinada – Um modelo de Jornalimo público aplicado ao rádio”

UTP

 

Título do trabalho: "Vila em ação"

Unicenp



Escrito por Nani às 13h44
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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos



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