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Essa semana de intervalo "Natal-Ano Novo" é sempre meio preguiçosa...uns na praia, outros, como eu, trabalhando, mas tudo meio em ritmo de feriado, esperando as férias de janeiro e sonhando com o tão prometido verão... Por isso resolvi postar, só pra quebrar esse vazio que fica por aí. Mas não vou escrever nada não...pois também tenho direito aos meus momentos preguiçosos! Esse é um texto que a jornalista Ana Clara Garmendia escreveu no site dela (www.anaclara.com.br) sobre um assunto que nunca morre...O texto é muito bom...eu pelo menos, adooooro!
O Amor não é uma naftalina
Todo mundo quer ter um amor. Por mais batido que pareça, é verdade. Pelo menos é o que eu vejo como verdade. Parece que as pessoas têm cada vez mais medo de admitir isso. De tanto ler as mesmas coisas que mulheres e homens escrevem – principalmente as mulheres em artigos ou colunas de opinião, cheguei à conclusão que vivemos um tempo de auto-afirmação geral. “Quero alguém para curtir, sem compromisso, não tenho vontade de me amarrar, apenas aproveitar alguns momentos de prazer”, “Sou realizada e feliz sozinha, tenho liberdade, independência”, “Os homens são infantis, fogem da gente como se estivéssemos desesperadas para chegar ao altar, mas na verdade não precisamos deles”, são algumas das frases mais repetidas. Acho ótimo que se tenha essa sensação de desprendimento, mas as mulheres hoje em dia têm necessidade de bradar aos quatro cantos que são independentes, felizes, maravilhosas, modernas e não precisam de uma aliança no dedo para se realizarem. Muitos homens também vão por essa linha, mas ao ler uma revista masculina – aliás, altamente machista – constatei que há um número considerável de caras que se preocupam em agradar as garotas, cultivar seus relacionamentos ou conquistar alguém. Será que não existe um momento de solidão nesse universo tão bonito e liberal? Será mesmo que as aventuras, os programas com os amigos ou o conforto do apartamento cuidadosamente decorado são suficientes para preencher os grandes vazios que a vida costuma nos apresentar? Na verdade, eu acredito que essa necessidade tão freqüente de afirmar a felicidade independente esconde a imensa dificuldade que as pessoas têm de se relacionar. É lógico que isso não se aplica àquelas fases deliciosas que costumamos passar, geralmente depois de terminar um relacionamento sério, em que a última palavra que se quer ouvir é compromisso. Namorar, ter casos, estar livre, leve e solta é uma delícia. Por um certo período de tempo. Depois, acaba cansando. Por isso acho muito esquisito quando vejo gente estabelecendo o “estar livre” como situação ideal. É atávica, instintiva e vital a busca pela cara-metade. Não quero defender o casamento a todo custo, não a instituição oficial, mas defendo a idéia de que todo mundo quer encontrar um companheiro. Um grande amor, alguém para dividir o peso da existência, para ter prazer e brigar, um porto seguro para onde correr depois do dia estressante de trabalho. Alguém, quem sabe, com quem procriar, envelhecer, ou até se separar ao constatar que não deu certo. Parece que a era da tecnologia facilitando e agilizando todos os processos do cotidiano exacerba de tal forma o individualismo que homens e mulheres não querem mais se dar ao trabalho de sofrer nas inúmeras tentativas que precedem o encontro do grande amor. Parece ser mais fácil dizer que não se precisa disso. Antes de encontrar o grande amor, o tal companheiro, é preciso conhecer várias pessoas, se relacionar com outras tantas, transar, dar e levar foras, chorar no travesseiro ou sentir o coração disparar quando toca o telefone. É preciso estar aberto a todo tipo de emoção, boa ou ruim, ao invés de tentar acreditar que a vida solitária é um passaporte para a felicidade despreocupada. Encontrar um grande amor é maravilhoso, mas conviver com ele diariamente também não é nenhum mar de rosas. Achar o justo equilíbrio é um imenso desafio, pontuado de raivas e frustrações, mas também de surpresas incríveis. Viver é assim, é diferente do comercial de celular. Achar que se pode abrir mão disso é hipocrisia e megalomania. Amor é doação, é divisão, é superar os limites do egoísmo. Todo mundo quer amor, mas quase ninguém quer fazer esforço para conquistá-lo. É mais fácil dizer que não está nem aí pra ele.
Ana Clara Garmendia
Escrito por Nani às 13h19
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MENSAGEM DE FIM DE ANO
Todo mundo já percebeu que sou avessa à tradições. Mas não é por isso que vou me rebelar e fechar a cara nessa época tão comemorada no mundo inteiro! Não gosto de muitas convenções de fim de ano, mas cá entre nós, quem não se deixa levar, mesmo que um pouquinho só, pelo clima de encontro e amizade que envolve tudo isso? Por isso, em meio a esse turbilhão de presentes, comerciais, champagnes, e campanhas solidárias de marketeiros espertos, vou deixar minha mensagem para todos aqueles que de uma forma ou de outra fizeram parte da minha vida nesse ano, para os que sempre fizeram e para aqueles que jamais vão sair da minha história... Gosto de encarar a passagem de ano não como um recomeço, mas como uma continuação. Talvez uma parada pra pegar um fôlego e seguir adiante com os projetos antigos, criar outros novos, mas continuar.... Energias positivas, bons fluídos devem vir não só no Reveillon, mas em todas as manhãs... Por isso não vou desejar um “Feliz Natal e um Feliz Ano Novo”, mas vou desejar que o espírito de amor e de solidariedade que o Natal desperta continue vivo em cada coração durante todos os dias do ano todo, e continue nos próximos anos! Que a vontade de mudar e ter uma vida melhor que o Ano Novo ascende nas pessoas continue acesa em todos os momentos, principalmente naqueles em que as coisas não dão certo... Que a força para levantar faça parte das nossas vidas sempre, e que em cada queda possamos aprender com os erros e erguer a cabeça novamente!!! E que ninguém esqueça que antes de amar as outras pessoas, é preciso amar a si mesmo...
Um abraço forte e um beijo carinhoso pra todos que passam por aqui!!
Escrito por Nani às 13h58
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SONHOS
Escolhi um assunto bem delicado dessa vez! Mas verdade, eu não escolho sobre o que escrever...simplesmente acontece! E hoje aconteceu essa coisa de sonhos... Muitas pessoas acham que ser alguém pé no chão é não sonhar. Eu mesma já relutei muitas vezes contra alguns sonhos que achava que poderiam fazer mal se não fossem realizados. Mas como disse uma grande amiga: “Só aquilo que a gente idealiza pode se realizar” então vou concluindo que sonhar é preciso. Sonhos grandes e pequenos, complicados e simples... Sonhar deixa a vida mais fácil. Mas todo o cuidado é pouco, pois como dizia o poeta “...sejas capaz de sonhar, sem fazer dos sonhos teus senhores...” Tudo é válido... Sonhar com uma viagem maravilhosa pelas ilhas gregas ou sonhar com aquelas esperadas férias na casa dos avós. Sonhar com aquele Audi A4 Cabriolet maravilhoso ou sonhar com aquele Paliozinho que você está juntando dinheiro há um tempão pra comprar. Sonhar com um papel em Hollywood ou sonhar que a entrevista que você deu pra aquela empresa simpática dê certo. Sonhar com um perfeito verão nos mares caribenhos ou sonhar com janeiro em Guaratuba. Sonhar com um príncipe ou princesa, um George Clooney, uma Angelina Jolie ou sonhar com aquela pessoa que simplesmente entende você, sonhar com a companhia dela, que te faz um bem danado! Sonhar sonhos impossíveis (mas lembrar que nada é impossível) e sonhar com coisas alegre, que podem acontecer e até mesmo estar ao nosso lado. Não importe quais sejam os seus sonhos, não importa se todos eles vão um dia se tornar realidade...o importante é sonhá-los!
Escrito por Nani às 08h06
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FRASE DO DIA
"Mente nenhuma é de fato bem organizada se for deficiente de senso de humor." Samuel Taylor Coleridge (1772-1834) poeta e filósofo inglês
Escrito por Nani às 07h59
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FRASE DO DIA
"Amizade é como dinheiro, mais fácil de fazer do que de conservar." Samuel Butler (escritor inglês)
Escrito por Nani às 15h27
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EU ODEIO!
Sabem aqueles grupos que vivem pipocando pela internet com nomes do tipo “Eu odeio o Galvão Bueno”, ou “Eu odeio a Vanessa Camargo”, ou “Eu odeio quem iscrevi ashim”? Estou pensando em montar um grupo desse estilo também. O meu grupo será “Eu odeio o jingle de final de ano da Globo.” Aquela musiquinha simplesmente “me dá nos nervos”. Qual é? Há dez anos a mesma música? Quem eles pensam que são? Tudo bem, eu sei que eles são... mas será que não dá pra mudar? Hoje é um novo dia de um novo tempo que começou...quanta redundância! Nossos novos sonhos serão verdade...o futuro já começou...Ouço o futuro começar há dez anos do mesmo jeito!!? Porque começar vida nova só no ano que vem? Todos os dias são novos e estão aí pra realizarmos nossos sonhos... Sem contar, que se você ouve pela manhã, passa o dia com a tal da música martelando na cabeça...e se ouve a noite, vai dormir sonhando com carinhas de atores globais sorrindo e cantando o bendito jingle... Quem quiser se juntar ao grupo, sinta-se convidado!
Escrito por Nani às 08h11
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CONFIANÇA
Aproveitando a onda e a polêmica que a minha amiga Cliodna gerou com o assunto “relacionamentos”, vou alongar um pouquinho mais a conversa. Não existe receita ou medida certa, porque cada um é diferente, mas existem alguns princípios que nunca mudam. Acho que a base de qualquer relacionamento saudável é a confiança. Se um confia no outro, não tem porque existirem crises de ciúme constantes ou perda de liberdade, fazendo um prisioneiro do outro. Mas confiança não é algo que se compra ou troca, não é algo que se pesa em quilos ou se mede em centímetros. Confiança é algo que se conquista. E a conquista é longa....vem com o tempo (o famoso tempo!). A maioria de nós costuma depositar confiança nas pessoas, até que provem o contrário. Mas depois de algumas quedas e tropeços por aí, a pirâmide acaba sendo invertida. Ninguém leva um voto de confiança, até fazer por merecer. Por isso é difícil conquistar a “fé” das pessoas e ter “fé” também. Todo mundo tem medo de se ferir, e muitas vezes é complicado acreditar em palavras ao vento, sem saber pra qual direção esse vento leva. Agora, quando a confiança é conquistada, e isso se consegue não com palavras, mas com a soma de atitudes, aí tudo fica mais fácil. Acho que tem uma pequena história que explica isso de uma maneira lúdica, mas muito bem apresentada. Diz que a liberdade e o prazer de viver são baseados na confiança mútua...
COMO MANTER UM AMOR
Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina perguntou: “como se faz para manter um amor?” A mãe olhou surpresa para a filha, pensou e respondeu: - Pega num pouco de areia e fecha a mão com força. A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia se escapava. - Mamãe, mas assim a areia cai!!! - Eu sei, agora abre completamente a mão... A menina assim fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão. - Assim também não consigo mantê-la na minha mão! A mãe, sempre a sorrir, disse-lhe: - Agora pega outra vez num pouco de areia e mantém na mão semi-aberta como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade. A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento. - É assim que se faz durar um amor... Se você quer muito alguma coisa, deixe-a livre. Se ela voltar será sua para sempre, se não, é porque nunca foi sua de verdade. A liberdade é o espaço que a felicidade precisa.
Escrito por Nani às 15h06
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NÃO PRECISO
Não me ofereça suas mãos Eu não quero mais Não quero sua ajuda Apenas seu desprezo e seu desespero Apenas seu zelo e sua culpa
Sei caminhar com minhas próprias pernas Sem que alguém me diga a direção Não quero mais suas palavras Pra você reservei apenas a indiferença
Não diga nada Apenas não me ofereça suas mãos Porque não preciso mais.
Escrito por Nani às 10h27
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CRENÇAS E CREDOS
Incrível como alguns curitibanos não se adaptam nunca ao clima da cidade. Eu sou um exemplo. Mesmo depois de vinte e tantos anos de Curita, não aprendi que nunca se deve sair de casa sem blusa, mesmo que a temperatura marque 30º! E cá estou eu, derrubada por uma gripe. E como a "telinha" não tem nada de bom, sigo aquela frase que diz que "livro é cultura". E um dos últimos que eu li, é digno de um post. O livro se chama "Ficção de Mario Prata? Minhas Vidas Passadas (a limpo)". No livro, o autor relata, de uma maneira divertidíssima, a terapia que fez com um psiquiatra, especialista em regressão a vidas passadas. O título tem um ponto de interrogação, porque apesar de ter falado tantas línguas que não conhecia e ter narrado meticulosamente detalhes de suas vidas em séculos remotos, o cético autor acredita (ou pelo menos tenta acreditar) que tudo não passou de fruto da sua imaginação. Prata fica um tanto revoltado com o psiquiatra, pois de 6 vidas contadas no livro, em 3 ele foi mulher, e quando foi homem, era um homossexual "chiquérrimo" da corte inglesa do século XIV, um índio tupi-guarani que viu o Brasil ser descoberto e um frei capuchinho. É maravilhosa a forma com que o autor ironiza um assunto tão sério! Não sei se acredito em vidas passadas, também não sei se acredito em céu ou inferno. O que sei é que o ser humano sente necessidade de acreditar em algo superior, para explicar coisas que são inexplicáveis. Sou da opinião que a vida é pra ser vivida aqui e agora, sem pensar no que vem depois. Mas crenças e credos à parte, quem é que nunca pensou, mesmo que vagamente, em suas vidas passadas? Eu já pensei várias vezes. Até já li alguma coisa de Brian Weiss, mas o que sei é muito pouco perto do que há pra saber... Será que já fui uma pessoa famosa? Ou, como o Mario Prata, apesar de nunca ter sido famoso, será que vivenciei grandes acontecimentos históricos? Quem será a encarnação de Joana D'arc? E de Napoleão Bonaparte? Quem sabe se eu não fui amiga de um deles...Posso até ter participado da guerra do Vietnã ou da Santa Ceia! Já pensou?! Bom, por enquanto vamos deixar esse assunto apenas nas suposições. Quando essa vida acabar, se eu puder atualizar o blog lá de onde eu estiver, eu prometo que faço um post contando pra vocês o que vem depois!!
Escrito por Nani às 11h34
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Às vezes, nada melhor do que um pouco de poesia pra refletir. Recebi de uma amiga essas palavras do ilustre Mário Quintana e achei que mereciam um espaço aqui.
"A vida é o dever, que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas! Quando se vê, já é sexta-feira... Quando se vê, já é Natal... Quando se vê, já terminou o ano... Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida... Quando se vê, passaram-se 50 anos! Agora, é tarde demais para ser reprovado... Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.. Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas... Seguraria o amor, que está muito à minha frente, e diria que eu amo... Dessa forma, eu digo: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo. Não deixe te ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz. A única falta que terá, será a desse tempo que infelizmente... Nunca mais voltará."
Mário Quintana
Escrito por Nani às 12h30
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Para quem gostou da minha amiga Cliodna, ela está com uma coluna nova logo abaixo...
Escrito por Nani às 12h42
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COLUNA DA CLIODNA
Vale a pena namorar?
Esse é um assunto que chama muito a minha atenção! E essa dúvida já começa na infância! Percebam que a criança é sempre influenciada pela família (quando os pais não são moralistas demais, é claro) a ter um pequeno pretendente, e a pressão já começa cedo! Quando chegamos na chamada pré-adolescência, a coisa fica mais complicada... Ainda não conhecemos direito os sentimentos, o corpo mal esta formado, a voz ainda não é definida. Mas temos o dever social de gostar de alguém, mesmo que este alguém não tenha nada a ver com a nossa personalidade e nessa idade isso pouco importa. O que realmente importa é dar o primeiro beijo, mesmo que seja numa pessoa um pouco mais velha (irmão de uma amiga da minha tia), e ficar triste, pois não foi como a gente sonhava. Quando começamos a entender o que isto tudo significa, chega à adolescência! Essa é a fase mais complicada para o amor! Os meninos pensam nas meninas, mas estão mais interessados na playboy do mês (que ainda é novidade), nos gols que pretendem fazer no próximo jogo de futebol, no super lançamento da Mega Games e etc... As namoradas ficam em segundo plano. Até que conhecem aquela garota linda, que mexe com todos os seus instintos, e rola o primeiro amasso... Falta de ar, pernas bambas (vocês acham que os meninos não sentem isso?), e a coisa muda completamente, chega a primeira paixão, que pode durar alguns anos ou pelo menos algumas semanas. Conheço casos de casais que se encontraram na adolescência e estão juntos até hoje. Mas, vale a pena? Essa é a questão! Temos de viver, viver muito... Com as meninas a coisa funciona um pouco diferente! O amor é o foco das atenções desde sempre... E o príncipe encantado é a busca eterna da alma feminina! Bom, passada a adolescência, os problemas são outros! Ficamos juntos ontem, será que eu ligo hoje? Não, ele vai me chamar de grude e chata. E não ligando, será que ele vai me esquecer? Mas, eu gostei tanto dele! O que faço? Eterna dúvida! Com 20, 30, 40 anos é sempre a mesma coisa! E quando estamos envolvidos há muitos anos e queremos liberdade, o que fazer? Mas, namorar é tão gostoso... Beijar na boca quem amamos sempre... Braços fortes, carinho, atenção. Presente no dia dos namorados, no aniversário, no natal. Na verdade, é tão importante ter com quem conversar, dividir problemas, achar soluções. Companhia quando temos insônia, quando queremos apenas jantar fora e ver um vídeo... Então o que fazer? Nada, viver a vida e ver o que acontece...
Escrito por Cliodna às 12h09
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TEMPO E PACIÊNCIA

Engraçado como a gente tem pressa demais às vezes. Pressa de que tudo aconteça agora. Não temos paciência pra esperar até amanhã, ou até semana que vem, ou até o próximo ano. É que nunca sabemos qual é o tal “tempo certo” pras coisas acontecerem. Aquele velho e sábio ditado, “cada coisa tem seu tempo”, parece que some das nossas vidas! E haja paciência pra ver aquele projeto deslanchar, aquele emprego legal surgir, o sucesso aparecer... Tudo sempre é o tempo que faz, o tempo que cuida, o tempo que cura. Ô cara complicado esse tal de tempo! Bem que ele podia dar uma forcinha pra gente de vez em quando...eu iria adorar!
Escrito por Nani às 17h06
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THANKS
Deixo um super beijo pra todos que passaram por aqui e comentaram. É muita gente e não dá pra responder todos, mas espero que voltem. Essa indicação do uol dá um ibope enorme hein!!!
Escrito por Nani às 16h09
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INTERESSE
Certa vez, uma professora de sociologia da faculdade, apaixonada por teorias revolucionárias e anti-alguma coisa, disse que qualquer espécie de aproximação e relacionamento humano acontece por interesse. Sabe que fico pensando nisso e às vezes percebo que tem fundamento. Talvez tudo o que permeia nosso contato com as outras pessoas seja baseado em interesse.
Mas como tudo depende do ponto de vista, prefiro encarar a coisa por outro ângulo, pelos interesses que podem ser bons para as duas partes e são absolutamente naturais. Pequenas ambições que podem e devem permear nossa teia de relacionamento. Pode haver interesse em dar e receber amor. Interesse em dar e receber um ombro pra chorar. Interesse em sentir-se e fazer alguém se sentir importante. Interesse em dar e receber prazer. Interesse em sentir-se e fazer o outro se sentir amado. Interesse em não sentir solisão e não deixar que os outros sintam. Esses podem ser nossos interesses, que vão fazer bem pra nós e pra cada uma das pessoas que fazem parte do nossa teia de relacionamentos....interesse em ser feliz e fazer os outros felizes!
Escrito por Nani às 17h26
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COLUNA DA CLIODNA
Estou cansada! Cansada das limitações. Das imposições do dia-a-dia. Das fofocas no trabalho. Do medo de não ser mais ninguém. Já perceberam que todos temos medos... O tempo todo. Eu cansei... Do jogo na hora de amar. De não poder ser eu mesma. De agir com jogo de cintura. Por quê? Por que as pessoas se limitam a isso? Cansei... De escrever sem sentido. De precisar sempre de uma justificativa pra tudo. De necessitar de verdades e só encontrar mentiras. Cansei... De precisar fugir. De fazer indiretas, pra me fazer entender, sem ser rude, sempre. De me refugiar na realidade dos outros, para encontrar encanto. Cansei de usar máscaras. Quero falar do que realmente importa, porque quero paz... Quero falar só com quem confio... Porque quero ser eu mesma...
Escrito por Cliodna às 08h12
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