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ROTINA
Sabe quando você cansa de levantar todos os dias no mesmo horário, vestir sempre a mesma roupa qualquer, pegar o mesmo ônibus, com os mesmos rostos desconhecidos e desembarcar na mesma estação? Atravessar aquela rua e correr para atravessar a próxima porque você sabe exatamente quantos segundos dura o sinal aberto? Entrar no mesmo elevador, pedir sempre o mesmo andar, para o mesmo ascensorista? E fazer tudo igual, do jeito que você faz todo os dias, para depois esperar às 18h e percorrer aquele mesmo trajeto, no sentido inverso? E aí você chega em casa, no mesmo horário, e não tem nada novo para contar, a não ser aquela rotina de sempre. Sempre o mesmo. O mesmo sempre. Isso tem acontecido comigo. Estou sendo acometida pela temida crise de rotina. Tenho lutado contra a minha essência, de metamorfose ambulante, temendo que a luta seja em vão. Mas é bom quando a gente pára pra pensar nisso. É sinal de que, finalmente, notamos que algo precisa mudar. Talvez não seja necessariamente a rotina, mas algo dentro de nós, talvez a forma com que encaramos aquilo que chamamos “cotidiano” (como na música de Chico Buarque). Talvez tomando pequenas atitudes, mexendo num detalhe aqui, outro ali, dê pra escapar do mesmo. Ou talvez a mudança tenha que ser radical. A minha conclusão está tendendo para o lado da mudança radical. Acho que vou mudar o guarda-roupa de lugar e esperar um pouco pra ver o que acontece!
Escrito por Nani às 17h38
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"CRISE DE GOVERNABILIDADE"
Nunca foi minha intenção escrever sobre política, muito menos aqui. Mas nesse momento em que se diz que a política brasileira está atravessando uma “crise”, não posso e não consigo ficar calada. Provavelmente serei “ferozmente atacada” pelos meus poucos, mas fiéis leitores, porém estou preparada para as críticas, até porque, quando defendemos uma opinião que difere da maioria, devemos estar preparados para as conseqüências... Li uma manchete no portal Comunique-se que tomo como exemplo do que está acontecendo: “A bosta está respingando na imprensa” (perdão pela palavra, mas estou transcrevendo). Foi isso que aconteceu, alguém foi lá, acertou a pichorra, e agora respinga sujeira para todos os lados, todos os partidos. O mais Atingido, sem dúvida nenhuma, é aquele que está no poder. Culpar o governo atual por todos os problemas do país e associar ao presidente uma imagem de incapacidade e Incompetência faz parte da estratégia para derrubá-lo, desde o início. Então, denúncias e mais denúncias estouram no Fantástico, no Jornal Nacional e pipocam rapidamente para outros grandes veículos da imprensa, que não podem deixar de seguir a organização toda poderosa. A mídia declara a chamada “crise de governabilidade”, a corrupção aflorando pelos corredores do planalto. E o alarde está feito. Claro que também estou indignada com os escândalos narrados todas as noites em nossas TVs e com os problemas do governo, que são muitos. Mas será que nos governos anteriores não existia tanta corrupção? Não existia aumento da tarifa tributária (aliás, os impostos não chegaram a 40% do valor de alguns produtos apenas em três anos). Com certeza o Brasil já teve muitos e muitos Jeffersons, a única diferença era que os anteriores tinham a apoio da imprensa, da elite, e não eram divulgados. Agora uma equipe que sempre esteve por baixo está no poder, e é claro que aqueles que pintaram o sete na nossa pátria durante décadas não iriam entregar o ouro assim tão fácil. Manipular informações é a forma mais prática de se aplicar um golpe (assim foi eleito Collor). E não é nada difícil guiar a opinião pública, principalmente quando se tem uma rede que monopoliza os meios de comunicação no Brasil todo. Basta lembrar de como o povo brasileiro encarou uma das fases da ditadura militar: como a imprensa era censurada e manipulada pelos militares, todos pensavam que viviam num paraíso, o que se chamou de “o milagre brasileiro”. Enfim, a batata assou. E nada seria mais conveniente para a oposição do que deixar a batata estourar nas mãos do “metalúrgico” (vale lembrar que essa oposição sempre contou com o apoio da “grande mídia”, mesmo que disfarçado). O que nos resta então? Rezar? Chorar? Votar outra vez em alguém que receba nossas esperanças para vê-lo ser derrubado depois? Sinceramente, fica cada vez mais difícil acreditar que um dia essa situação mude. Para acabar com a festa da corrupção, das fraudes e das chantagens não basta eleger um presidente. É preciso muito mais. É preciso passar por cima de barreiras que nem imaginamos, e que talvez, sejam intransponíveis. Quem sabe um dia, Deus se apiede de nós brasileiros, e coloque no país um líder político capaz de adquirir uma base estável e lutar contra esse poder. Quem sabe ele não consiga ficar o tempo suficiente, quem sabe ele continue lá. Enquanto as suposições continuam sendo apenas suposições, continuemos sonhando. Nós e milhões de brasileiros que amam seu país e alimentam a fome com o desejo de construir suas vidas com dignidade sobre a mãe gentil, a pátria amada Brasil.
Escrito por Nani às 15h49
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UM POUCO DE MARKETING PESSOAL!!

10º Prêmio Sangue Novo no Jornalismo Paranaense
Relação de Finalistas
Categoria especial - Prêmio Sangue Novo de Relevância Social
Título do trabalho: “Apuração na informação jornalística”
UTP
Alunos: Elaine Nunes Wzorek, Priscila Gois Duarte, Elisangela Borile do 4º ano
Professora: Alessandra Assad
Título do trabalho: “Documentário: Grupo Fauna por uma causa animal”
UEPG
Título do trabalho: “Jornalismo e responsabilidade social com ênfase em deficientes visuais”
PUC-PR
Título do trabalho: “Programa Carteira Assinada – Um modelo de Jornalimo público aplicado ao rádio”
UTP
Título do trabalho: "Vila em ação"
Unicenp
Escrito por Nani às 13h44
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