Templates da Lua

Perfil



Meu perfil

BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos

Histórico

+ veja mais

Votação

Dê uma nota para meu blog

Outros Sites

XML/RSS Feed
O que é isto?

Leia este blog no seu celular

Visitante Número

Créditos

Templates da Lua

Quinta-feira , 19 de Novembro de 2009

Sabe o que eu queria ser?

Uma crítica gastronômica. Uma crítica paulistana talvez. Não estou falando de uma crítica gastronômica que nasceu em São Paulo , estou usando paulistana com o mesmo sentido de gastronômica. Uma crítica que critica São Paulo (isso foi péssimo).

Porque São Paulo é dessas cidades que só se conhece se for por profissão. É impossível conhecer a cidade nos fins de semana e horas vagas afins.

São tantos lugares, tantas ruas pitorescas, tantas coisas legais no centro (e pixadas e cheias de nóias), tantos bares, tantos restaurantes, tantos ambulantes que vendem milho verde em pratinhos no ponto de ônibus. È verdade! Aqui eles vendem milho verde cozido em pratinhos de plástico tipo de aniversário, só que fundos. Eles cozinham a espiga e cortam os grãos com uma faca dentro do pratinho. Aí você come com colherinhas de plástico. Ótima idéia para evitar aquela cena de roer o sabugo (reservada à intimidade do seu lar). Quando eu vou pegar o ônibus lotado às seis horas da tarde, cheio de operários suados de regata e gordinhas com os pneus de fora igualmente suadas, eu sinto aquele cheirinho de milho verde que me leva direto à casa da minha mãe. Não, eu nunca comi o milho verde da rua, mas quando for oportuno vou experimentar sim.

Ok, já divaguei e fugi do assunto. Voltando: é impossível conhecer São Paulo, a não ser que isso seja sua profissão. Ir a lugares, visitar exposições, assistir a peças de teatro. E escrever depois sobre o que você achou de tudo isso. Todos os detalhes e a opinião do seu lazer, quer dizer, do seu trabalho. Tem gente que vive disso. É um trabalho como qualquer outro, eles devem achar. Tem que ralar muito para experimentar o chopp gelado daquele boteco novo, os bolinhos de mandioca com carne seca da petiscaria e o prato principal do último bistrô, que não me arrisco a dizer o nome, nem do prato e nem do bistrô.

E ainda não pagar por isso, mas receber! Bom, na verdade alguns devem pagar pelo que consomem, mas são reembolsados pelo veículo depois.

Porque além de tempo também é preciso dinheiro para conhecer São Paulo. Uma hora num estacionamento pode custar 15 reais! Não é para qualquer operário suado não...

E na balada uma lata de cerveja Itaipava custa sete reais, pelo menos. Uma balada de inferninho, imagina os clubes onde as hostess tem a função de expulsar que não chegou de Porsche?!

É verdade que eu estava há dois anos em uma cidade de 160 mil habitantes e em 2006 em outra de 70 mil. Mas não estou impressionada com a cidade grande. É que São Paulo é foda mesmo! Aliás, acho que estou me apaixonando pela cidade, mesmo não sendo crítica gastronômica, nem crítica paulistana, nem ao menos paulistana! Mesmo não tendo dinheiro (ainda) para aproveitar tudo o que a megalópole oferece estou apaixonada pela capital paulista!


Escrito por Nani às 10h53
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Terça-feira , 17 de Novembro de 2009

É engraçado sentir falta do que a gente costumava odiar.

É estranho perceber como a ausência perturba, sendo que antes era a presença que incomodava.


Escrito por Nani às 16h01
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Quinta-feira , 12 de Novembro de 2009

Quando escrevia no blog há cinco anos eu falava sobre coisas habituais. Assuntos que me chamavam atenção durante o dia, como uma conversa no ônibus, algo que vi na rua, um comportamento não convencional, essas coisas...

A Karina (uma grande amiga) disse em um comentário no primeiro post de 2009 que eu não estou escrevendo mal, apenas estou mais exigente.

Ok, talvez ela esteja certa. Mas será que com o passar do tempo também ficamos menos observadores? Ou menos impressionados?

Talvez quando eu era mais jovem e estava de certa forma descobrindo o mundo, muitos eventos que hoje passam despercebidos me chamavam atenção. Será que ouvir uma conversa sobre alguém que encontrou dificuldade ao precisar da saúde pública não me choca mais (e olha que recentemente isso aconteceu comigo em São Paulo)? Será que ignoro a necessidade de fazer alguma coisa pela tolerância no trânsito, mesmo que seja escrever um post?

Por isso dizem que a juventude sim é capaz de mudar o mundo. Não que eu me considere velha, mas é que a experiência muitas vezes traz uma sensação de inutilidade. Parece que vem um sentimento de “não há nada a fazer”, certo conformismo.

Quando me tornei jornalista e me deparei com alguns obstáculos ao objetivo da profissão – que é buscar uma transformação social através da informação – enxerguei isso como um novo desafio. Resolvi aceitar os entraves do interesse da mídia como uma provocação e tentar mesmo assim transmitir a informação à sociedade sem ruídos. Sempre busquei alcançar, de uma forma ou de outra, um resultado real como meu trabalho.

Há um tempo fora do hard news, percebo que não basta trabalhar por isso como jornalista. É preciso pensar em transformação enquanto cidadã. Resgatar os olhos impressionados e observadores que eu tinha aos 20 anos e não deixar que o conformismo deteriore a revolta.

Ações simples podem melhorar situações com as quais nos revoltamos, reclamamos, ou até ignoramos por acreditar em nossa incapacidade. A rebeldia é necessária em todos os momentos da vida, não só na juventude. Basta refletir um pouco e pensar no que podemos fazer no presente para mudar o futuro. Talvez não possamos evitar os apagões de energia no país (olha aí... eu podia ter escrito um post sobre o apagão no meu apartamento, mas seria muito óbvio, esse ficou melhor!), mas podemos melhorar o relacionamento com nossos vizinhos de condomínio, diminuir a falta de educação no trânsito, ser mais gentis. Coisas simples, que podem tornar a vida mais fácil e permitir mais disposição para se rebelar contra problemas maiores.


Escrito por Nani às 10h14
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Segunda-feira , 09 de Novembro de 2009

A cereja do bolo

Tentei escrever um post para explicar o motivo do layout do blog. Comecei falando da cor vermelha e sexy da cereja, mas ficou tão brega que não tive coragem de terminar.

Então serei mais simples: adoro cerejas e quero buscar sempre em tudo o que eu faço ser “a cereja do bolo”.

Fazer a diferença, se destacar no comum, trazer o original. Quando somos criativos e buscamos fazer mais do que o esperado damos um toque pessoal em tudo o que fazemos. Seja sempre a cereja do bolo!

 

Ah, só uma pessoa vai entender isso: a cereja também é um elo de amizade!


Escrito por Nani às 15h09
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Sexta-feira , 06 de Novembro de 2009

Tá, eu sei que o visual tá horrível. Mas primeiro eu quero escrever, depois dou uma cara melhorzinha pra ele...

Já não basta que tive que mudar a faixa etária do perfil de 20 a 25 anos para 26 a 35. Podia ser de 26 a 27 ou 28... Bom, isso só com códiog HTML, que eu não sei fazer!!

Também tive que mudar o lugar: de Curitiba para Rio Verde, ops, para São Paulo.

Quanta mudança né? Ai que frio na barriga!


Escrito por Nani às 16h34
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Segundo tempo

Será que uma habilidade natural pode regridir nas pessoas? Foi minha pergunta ao ler alguns dos textos mais antigos desse blog. Há tempos penso em retomar minhas crônicas, mas nunca tenho tempo. Na verdade, relendo quase todo o blog, começo a acreditar que minha falta de tempo era uma desculpa para o medo. O medo de não saber mais escrever assim. É sério. E deveria ser justamente o contrário. Agora, a maturidade de uma mulher prestes a entrar nos 30 e a experiência de cinco anos de jornalismo deveriam deixar meus textos surpreendentemente melhores. Mas tenho a sensação de que eles podem ficar surpreendentemente piores do que antes. Será que foi a televisão? Será que foi uma vingança por causa de um post antigo no qual eu criticava a telinha, usando a música dos titãs? ... “a televisão me deixou burro, muito burro demais...” Pode ser isso. Acho que eu não deveria ter criticado tanto o que no futuro seria meu ganha pão! Quanta ironia! Na verdade isso faz sentido. Porque escrever para televisão é ser simples, objetivo e até repetitivo às vezes. Acho que esses anos de OFF-SONORA-PASSAGEM me deixaram meio “padronizada”.

Para descobrir quão surpreendentemente ruim meus novos textos podem ficar, só experimentando não é mesmo? Então vamos ao segundo tempo!

 

Em tempo:

OFF é o texto que escrevemos para uma matéria de televisão e que depois é gravado com a locução do repórter.

SONORA é uma entrevista inserida na reportagem.

PASSAGEM é a parte que o repórter aparece no vídeo dando alguma informação dentro da reportagem.


Escrito por Nani às 16h13
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Terça-feira , 20 de Dezembro de 2005

VOU MERGULHAR

Em tempos de crise "pré-natal-fim-de-ano", fica difícil pensar em algo estimulante, então resolvi coloca a letra dessa música antiiiiga que eu adoro - de Paula Toller e George Israel.

VOU MERGULHAR

Vou mergulhar no mar
Mesmo com a água impura
E vou beber o vinho
Acima da temperatura

Prá que eu me divirta
Às vezes basta um sorriso
Às vezes uma palavra
É tudo o que eu preciso

Vou correr atrás da bola
Até o juiz apitar
Trabalhar por prazer
Até o dia clarear

O dia tá bonito
Mesmo com temporal
E o Rio de Janeiro
Continua lindo

Vou mergulhar no mar
Mesmo com a praia escura
Vou gozar a liberdade
De uma vida sem frescura

Pra que eu me divirta
Basta um dia bonito
Usar a cor azul do céu
No meu vestido

Posso enxergar ao longe
No meio da cerração
Posso ancorar no espaço
A minha ingratidão
A noite vai reluzir
Mesmo sem lua cheia
A vida será perfeita
Mesmo sem perfeição


Escrito por Nani às 15h50
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Sexta-feira , 02 de Dezembro de 2005

O GRINCH

Juro que eu não queria falar desse assunto...juro mesmo! Mas não suportei a pressão. É simplesmente impossível ficar imune a todas essas luzes que piscam sem parar nas casas, nos shoppings, nos supermercados, nas ruas, enfim, em todos os espaços da cidade. Luzes que me irritam e destroem gradativamente o meu humor (que ultimamente já não tem sido dos melhores).

Pelo menos os Papais Noéis são mais felizes em Curitiba, pois podem intercalar dias mais frios, como hoje, em meio àquela parafernália vermelha e cheia de algodão que deve esquentar pra caramba!

Neste ano, além dos meus olhos terem tocado na palavra Natal nos jornais em agosto (pasmem, em agosto!), mais uma novidade curitiboca vai literalmente tirar o sono das pessoas: shoppings centers abertos madrugada adentro nas vésperas da linda data.

Depois disso, me desculpem aqueles que já foram tomados pelo espírito natalino e já liquidaram seus décimos terceiros, mas não dá né!

Sem desmerecer as ações sociais que fazem muitos pobres felizes por alguns dias (e ao mesmo tempo em que adoro ganhar presentes), continuo odiando o nosso Natal...

Odeio esse consumismo exacerbado e vou continuar sendo chata, carrancuda e depressiva enquanto todos colocam seus sapatinhos nas janelas e distribuem sorrisos amarelos.

Um dia desses vou comprar muita pipoca e passar o mês de dezembro inteirinho trancada em casa assistindo O Grinch!!!


Escrito por Nani às 13h13
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Terça-feira , 08 de Novembro de 2005

NA SOMBRA

Ali, naquela rua deserta,
sente a dor consumindo todo o seu corpo aos poucos.
Uma dor covarde, porque vai se espalhando lenta e sutilmente e vai devorando tudo.
Tão forte que ela grita e ouvem-se ao longe seus gemidos de desespero e desamparo.

Seus cabelos embaraçados, molhados pela chuva que caiu... Mas não importa...
Queria apenas sentar naquela rua vazia
e sentir seu coração ser retalhado pela sombra.

Sol, já não vê mais.
Luz, não quer.
Pra quê? Pra quê luz, sol e calor se tudo o que lhe resta está ali, escorrendo pelos bueiros sujos?
Junto com o sangue que jorra da sua alma...

Chora lágrimas vermelhas,
lágrimas com um gosto amargo, gosto de derrota...
Mas não quer levantar...não, já não quer mais levantar e encarar a vida...outra vez.
Só quer ficar ali, sentada naquela rua deserta, sentindo sua própria vida escorrer pelos dedos vermelhos de sangue...


Escrito por Nani às 13h40
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Terça-feira , 01 de Novembro de 2005

SUCESSO?!?

Quem leu sabe, quem não leu leia. A entrevista com o psiquiatra e psicoterapeuta Roberto Shinyashiki, publicada na Isto É do dia 19/10 é simplesmente fantástica. Ele acaba de lançar o livro Heróis de Verdade e se ele escreve tão bem quanto fala, o livro deve ser ótimo.

O assunto é algo de que todos estamos fartos: “o parecer”. Ele fala também sobre felicidade, angústia, “sucesso” e muitos valores impostos por esta louca sociedade em que vivemos.

Uma sociedade que ensina que para ter sucesso você precisa ganhar muito bem, viajar muito e ser diretor de uma multinacional. Os “meros” funcionários da tal multinacional são apenas “fracassados”. Cobramos de nós mesmos um perfeccionismo sobre-humano, esquecendo de valorizar as coisas mais simples, de sermos felizes nos momentos, de termos o direito de errar.

Numa entrevista de emprego, por exemplo, quem ganha não é o cara mais competente ou aquele que tem três MBA’s fora do país, mas é o que tem as respostas que o entrevistador quer ouvir. Segundo Shinyashiki, quem tem bom marketing pessoal, sabe fingir e fazer o jogo do poder é quem fica, independentemente da competência. Ele diz que essas pessoas se tornam burros motivadores. Sabem parecer, mas não sabem ser.

O psiquiatra afirma que o Brasil não precisa desta motivação, mas de competência, de pessoas que pelo menos consigam ler um livro até o final.

Para que tentarmos construir heróis com conceitos errados? Herói é o cara que luta pelo SEU projeto de vida, não pelo que esperam dele. È quem é transparente e humilde, quem sabe admitir que errou, quem sabe pedir desculpas. É a pessoa capaz de despertar orgulho em seus filhos.

Cada um deve descobrir dentro de si mesmo o que lhe faz um herói. Não devemos parecer perfeitos para o mundo, mas ser perfeitos para nós mesmos.


Escrito por Nani às 08h45
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Terça-feira , 11 de Outubro de 2005

SENSÍVEIS

Podem pedir igualdade entre os sexos, podem colocar homens na cozinha e mulheres na construção, podem igualar salários, direitos e deveres, leis e prazos. Sempre haverá uma diferença essencial entre homem e mulher: a sensibilidade.

As mulheres são muito mais sensíveis que os homens. Não sensíveis no sentido de frágeis, mas no sentido de percepção. Elas não têm apenas sexto sentido, mas têm os outros cinco muito mais aguçados. Nós mulheres, somos capazes de captar e entender as entrelinhas de um gesto, de perceber a dor e a tristeza, de sacar a felicidade no olhar de alguém sem que qualquer palavra seja dita.

Nós sentimos as coisas com mais força, mais intensidade. Para a mulher tudo é mais importante, valorizamos cada detalhe da vida, cada pedacinho do tempo presente, cada palavra, cada elogio, cada crítica.

Acho que por isso somos assim, tão maravilhosas! Os homens sabem, que por mais que tentem jamais serão capazes de viver e sentir tudo com tanta grandeza. Nunca vão se emocionar da forma como nós o fazemos.

Nunca vão sentir as coisas tão fortes e puras... Dessa forma que nem nós mesmas sabemos explicar por que acontece...


Escrito por Nani às 17h15
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Quinta-feira , 22 de Setembro de 2005

Estou farta de cinismo
Farta dessa melancolia barata que se vende por aí
Cansei das falsas ideologias
Dos discursos frouxos e sem consistência

Estou farta de pessoas mesquinhas e suas futilidades
De adjetivos fracos e insossos
Estou cansada do igual, do sempre, do comum

Estou farta dos sorrisos podres
Dos personagens que se quebram com o vento
Estou farta de saber dessa miséira negra e cor-de-rosa que paira no ar
Como se não existisse, mas motrando que é real.


Escrito por Nani às 16h33
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Quinta-feira , 15 de Setembro de 2005

VIU

Estava lá
Viu
Queria correr
Mas não podia
Queria gritar
Mas sua voz já não era ouvida

Sabia que era errado
Não podia ficar ali, parado
Mas também
Ia fazer o quê?
Sem voz
Sem pernas

Então resolveu relaxar
Se nada podia fazer
De que adiantava
Sofrer calado
Emudecido frente àquilo
Que lhe açoitava a dignidade?

Acendeu um cigarro
Sentou novamente
Esticou os pés sobre uma cadeira
E assistiu quietinho
Certo de que nada podia ser feito
Era mais um...
Conformado com o absurdo.


Escrito por Nani às 14h02
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Terça-feira , 16 de Agosto de 2005

EU CRIANÇA

Alguma vez você já pensou no que diria a você mesmo, se encontrasse o seu "eu criança"? Com nove ou dez anos de idade, ele encontra com você e está cheio de perguntas sem resposta, cheio de medos, de inseguranças, anseios, muitos dos quais você não lembra nem sequer que já os teve...

Ele quer saber o que vai aprender, como fazer as escolhas certas, enfim...ele quer um manual de como viver...pelo menos até chegar à sua idade.

Isso não foi idéia minha, foi idéia do Richard Bach, que escreveu um livro contando as suas longas conversas com o...digamos, com o "Bachzinho".

Aí eu fiquei pensando: o que eu ensinaria para o meu "eu criança"? Já pensou nisso? O que você diria para o seu? Algo como "use filtro solar"?

Como ensinaríamos alguém a viver? Do nosso jeito, sem regras, convenções ou valores inúteis, apenas como nós desejamos que nós mesmos tivéssemos vivido até agora...

Muita primeira pessoa nesse texto, muito pessoal, um pouco egoísta talvez, mas bacana pensar nisso...

Foi só por isso que escrevi, para pensar sobre o assunto. Imagine-se frente a frente com você e dê os conselhos mais íntimos, que jamais daria a ninguém...aqueles guardados não a sete, mas a dez chaves!

Quem sabe um dia não temos a sorte (ou o azar) de encontrar com o "eu velho" e perguntar aquilo que não soubemos responder ao "eu criança"?


Escrito por Nani às 17h15
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Quinta-feira , 11 de Agosto de 2005

FRASE DO DIA

Você sempre acha que sabe a resposta...até se deparar com a pergunta.


Escrito por Nani às 09h40
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]